segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Aperibé

Aperibé


Aperibé vila-poema
Onde cantam as seriemas
À borda dos matagais
Aperibé terra generosa
De homens de mãos calosas
Dos rudes trabalhos braçais

Aperibé vila-menina
Das águas cristalinas
Do arroz, do feijão e do milho
Terra que se agiganta
Aperibé que se levanta
Com o esforço de seus filhos

Aperibé vila-cidade
Onde se vê a amizade
Em cada coração
Terra de gente nobre
Onde o pobre é menos pobre
Porque é rico o seu chão

Aperibé, princesinha do norte
Ouça este brado forte
Do nosso peito juvenil
Lutaremos como gigantes
Sem esmorecer um instante
Pois a vontade que nos consome
É de escrever o seu nome
Na história do Brasil

07/65

Nenhum comentário:

Postar um comentário