Aperibé
Aperibé vila-poema
Onde cantam as seriemas
À borda dos matagais
Aperibé terra generosa
De homens de mãos calosas
Dos rudes trabalhos braçais
Aperibé vila-menina
Das águas cristalinas
Do arroz, do feijão e do milho
Terra que se agiganta
Aperibé que se levanta
Com o esforço de seus filhos
Aperibé vila-cidade
Onde se vê a amizade
Em cada coração
Terra de gente nobre
Onde o pobre é menos pobre
Porque é rico o seu chão
Aperibé, princesinha do norte
Ouça este brado forte
Do nosso peito juvenil
Lutaremos como gigantes
Sem esmorecer um instante
Pois a vontade que nos consome
É de escrever o seu nome
Na história do Brasil
07/65
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